Aquele sentimento bom de ser uma pessoa única. De saber que possui qualidades e defeitos como todo mundo, mas o jeito como eles se manifestam em mim formam minha personalidade, me dão uma moldagem singular, uma forma de areia, usada uma vez só, por mim. E só por mim. Aquele sentimento bom de me olhar no espelho e saber exatamente quem eu sou. Saber da minha sinceridade comigo mesma, saber que eu me conheço, que eu aprendi a me enxergar e me admirar, e muito, sem idealizações, sem exigir de mim aquela tal de perfeição, que eu consegui perceber que não me faz melhor. O que me completa de verdade é o que eu sou, quem eu sou, como eu me transmito. E o que eu quero é me transmitir pra mim, como um fluxo contínuo, da cabeça pro coração e principalmente o contrário. Eu gosto muito de mim. E é isso que me permite gostar tanto das outras pessoas.
Intrepidity
Existe o momento que não passa, o instante que não chega, a dor que não vai. Esse momento pode ser o de dor, esse instante pode ser o da decisão, a dor pode ser mágoa. Em todos os momentos, o que mais chama a atenção é a força do ser humano. A força para não deixar a dor matar, a decisão deprimir, a decisão sufocar. Eu às vezes me sinto fraca. Às vezes não sei o que fazer para nesses momentos não perder o equilíbrio, para não me precipitar, para não sucumbir. O que me anima é saber que eu não sou fraca. Não, eu não sou fraca. Se eu fosse fraca, não lutaria com unhas e dentes pelos meus anseios, não mudaria minha rota em busca da solução dos meus problemas e minhas dificuldades, não ouviria críticas e suportaria a dor da incompreensão sabendo que eu tenho razão e motivos para seguir em frente. Aí eu concluo que os tarjados fracos são os mais fortes, os que lutam mais, os que superam e aprendem mais coisas. Porque é fácil se sentir uma pessoa decidida e segura, tom...
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