Aquele sentimento bom de ser uma pessoa única. De saber que possui qualidades e defeitos como todo mundo, mas o jeito como eles se manifestam em mim formam minha personalidade, me dão uma moldagem singular, uma forma de areia, usada uma vez só, por mim. E só por mim. Aquele sentimento bom de me olhar no espelho e saber exatamente quem eu sou. Saber da minha sinceridade comigo mesma, saber que eu me conheço, que eu aprendi a me enxergar e me admirar, e muito, sem idealizações, sem exigir de mim aquela tal de perfeição, que eu consegui perceber que não me faz melhor. O que me completa de verdade é o que eu sou, quem eu sou, como eu me transmito. E o que eu quero é me transmitir pra mim, como um fluxo contínuo, da cabeça pro coração e principalmente o contrário. Eu gosto muito de mim. E é isso que me permite gostar tanto das outras pessoas.
Being New.
Transformação. Essa palavra tem me perseguido, tirado meu sono, me atormentado naqueles momentos em que eu queria me concentrar e não ter mais nada em que pensar. Eu mudo. Transformo-me e me choco comigo mesma em cada esquina de minha mente. Eu mudo? O que seria do meu mundo se não houvesse mudança em cada frase recalculada, repensada, refeita e qualquer outro "re" mais que vem a minha mente o dia inteiro? Mudo. Talvez mais que da lagarta a borboleta. Mudo por dentro. Transformo-me internamente e naqueles sentimentos todos que transbordam no meu peito. Todos. Daquele sentimento explosivo e instável até o mais tranquilo, pequeno e adormecido. Não existe em mim hoje o que eu existia no meu eu velho, de ontem. Como já disse algum sábio ou algum ser simplesmente pensante e sensível, a mudança é a leia da vida. Mas as vezes acho que também pode ser a vida a lei da mudança. Eu me sinto melhor a cada transformação. É como se cada parte de mim que sofresse mutação sofr...
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